O filme Fight Club (Clube da Luta, no Brasil), de 1999, se por um lado não obteve sucesso tão estrondoso nas bilheterias (lucro líquido pouco superior a US$35 mi), acabou por tornar-se um dos mais comentados do final da década. A estória do homem comum que extravasa sua insatisfação com a vida e os modelos sociais através de um alter ego violento influenciou pessoas no mundo todo - para o bem e para o mal.
Nos Estados Unidos, foram relatadas criações de clubes clandestinos de luta, similares ao do filme, com alguns membros postando vídeos dos combates na internet - nos quais sofriam sérios ferimentos, obrigando a polícia a agir. Casos de vandalismo e até o plantio de uma bomba caseira numa loja Starbucks aconteceram. No Brasil, Clube da Luta acabou famoso pelo incidente num shopping, em que um atirador deixou 3 mortos numa sessão do filme - que por sinal não tinha ligação direta com o ato.
Mas não só por tragédias e violência é lembrado seu impacto: suas falas, frases e cenas são exploradas em gêneros artísticos diversos, e nessa galeria você verá uma coleção de ilustrações inspiradas nesse clássico cult.
de DET

de Pouria Hadizadeh

de Vlad Rodriguez

de Ryan Cromley

de Sam (SamRAW)

de Marcus Williamson

de Alex Cican

de Lemily

de Gurbir

de Robot Pencil

de Julian Ospina

de Pedro Chamusca

de Christian Dalida

de Jose de Vera

de Mario di Britannia

de Dominic Walter

de the Doodle-master

de Javier Losada

de "O-Nobody"

de Louis Lion

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David MacDowell é um artista autodidata norte-americano, que em pinturas multicoloridas e satíricas, mistura elementos da mídia contemporânea das formas mais inusitadas.
Numa mesma obra você pode ver músicos em cenas que parecem saídas de um conto de terror ou de fadas bizarro; em outra, políticos ou artistas misturados com personagens Disney... e por aí vai. A Disney, inclusive, fornece elementos com bastante frequência entre suas imagens. Religião, seriados de TV e ícones do cinema também.
Por essa insanidade e a escolha de cores, seu trabalho é associado à psicodelia, chamado por alguns de "Disneylândia Ácida". Pinta principalmente em acrílico sobre tela.
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Micaël Reynaud é um designer francês que já tem algum reconhecimento por seus gifs animados criativos e curiosos. Ele os descreve como "curta-metragens hipnóticos", e tomou gosto pelo estilo mais fluido das transições em comparação com o "recorte" do stop-motion (em vídeo, mas tem bastante coisa em gif). Tem também muitos timelapses e efeitos de movimento infinito.
Sua coleção só cresce, e as influências passam por arte, natureza e cotidiano. O cozimento de um alimento, o voo de uma ave ou qualquer outra cena do dia-a-dia ganham uma "mágica" . Confira alguns gifs.
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Você já deve conhecer o trabalho dele, mesmo sem saber. Doug TenNapel começou como animador na série de TV O Ataque dos Tomates Assassinos. Logo passou para a indústria de videogames, trabalhando com empresas do porte de Sega e Nintendo, em jogos como Stimpy's Invention (Super Nintendo) e Jurassic Park (Mega Drive).
Em 1994, com a Shiny Entertainment, criou um de seus personagens mais conhecidos, o Earthworm Jim, lançado em games para várias plataformas e com remakes até hoje, além de brinquedos e uma série de quadrinhos.
Na TV, produziu ainda Project G.e.e.K.e.R. pela CBS, e os curtas Solomon Fix e Squirly Town para o Nickelodeon. Criou ou participou também de diversos romances gráficos (Ghostopolis, Tommysaurus Rex), outros games (The Neverhood, Skullmonkeys) e programas de TV.
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Daniel Lemes
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